Resenha -Além do espaço de nós mesmos

Oi gente…

Saiu o segundo vídeo do projeto autores brasileiros….

Mas um livro incrível! Vamos valorizar nossos autores nacionais!

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VEDA

Olá galerinha.

Vocês sabem o que é VEDA? Então, do inglês, Vídeo every day August/April, ou seja, vídeo todos os dias em abril ou em agosto.

Então, eu resolvi fazer VEDA no meu canal. Se inscreva lá e confira todos os vídeos incríveis que vou postar lá no canal. Quero ver vocês por lá!

Resenha- Max e os Felinos (e a Polêmica do Plágio)

Olá leitores!

Quando lançou seu livro “Max e os Felinos” em 1981, Moacyr Sclair não poderia imaginar que 21 anos depois, sua obra estaria envolvida em um polêmica internacional. Isso porque, nesse mesmo ano, um escritor canadense, recebeu um grande Prêmio na Europa, conferido aos autores do commonwealth britânico. Um prêmio de prestígio no valor de 55 mil libras. Esse autor, Yan Martel, premiado com sua obtra (Life of Pi), em português, a vida de Pi, confessou posteriormente que sim, havia se baseado na obra de Moacyr Sclair para escrever seu livro. Porém, o pior de tudo, foi seu comentário arrogante e totalmente antiético: “ Eu não li o livro. Li uma resenha negativa no “The new York times” e copiei a idéia! Uma pena uma que ideia boa tivesse sido estragada por um escritor menor!!

(REVOLTADA!!!)

Detalhe: o jornal negava ter escrito qualquer resenha negativa a respeito do livro de Moacyr. De qualquer forma, apesar de algumas semelhanças, as obras são diferentes. Porém, as semelhanças são muito peculiares para que o escritor não tivesse a honradez de se comunicar com o dono da obra ou até mesmo referenciá-lo em seu livro. Detalhes à parte, vamos ao que interessa.

No livro “Max e os felinos”, Max, um rapaz alemão, nascido em Berlim, vive com sua mãe e seu pai, peleteiro, dona de uma loja de peles de animais. Naquela loja, Max tem medo de duas coisas: um tigre de bengala  abatido e  empalhado pelo próprio pai, que fica em cima do armário e de seu pai, um homem grosseiro, ríspido, opressivo.

Os anos passam, Max começa a estudar na universidade, se envolve em várias confusões, e tem seu nome envolvido em uma denúncia por ter participado manifestações anti -nazismo, sendo obrigada a fugir às pressas para o Brasil. Max, porém perde o navio e embarca em um cargueiro que naufraga sobre circunstâncias criminosas. Ao tentar escapar, Max entra em um escaler e se vê em uma situação inusitada: no meio do caminho, longe de casa, longe de seu destino. Preso em um barco à deriva, e tem como companheiro de viagem, um jaguar que surge do meio de um dos destroços do navio.

Se formos analisar profundamente essa história, podemos dizer que a figura do Jaguar, é nada mais nada menos que as figuras opressivas que passaram pela vida de Max (seu pai, o governo) e o mar representa um meio termo entre pertencer ou não a algum lugar, a travessia para aquilo que seria sua nova vida, sua liberdade.

Porém ao chegar ao Brasil, Max se depara com outros dilemas e opressões vividos no país. Aqui, Max encontra um outro movimento, o integralismo, que faz com que ele se sinta também perseguido e com medo.

O nome do Livro Max e os Felinos, faz referência aos três felinos que Max encontra no seu caminho. O livro é dividido em três partes. Em “O tigre sobre o armário“, temos o medo da infância. Em “O jaguar no escaler“, o trauma de sua juventude e no capítulo “A onça no morro“, o medo que se apresenta na idade adulta. No decorrer da vida de Max acompanhamos todos os seus traumas e conflitos, amores e decepções e nos simpatizamos com a figura do jovem rapaz. Porém percebemos que a intenção do escritor é nos mostrar que independente de nossas escolhas e mesmo que o tempo passe, sempre vamos nos encontrar com fantasmas do passado. A onça no mato é um capítulo que ilustra bem essa afirmativa e que nos mostra como nossos medos não morrem. Nós nos acostumamos e aprendemos a viver com eles.

Mas e os Felinos é um livro político acima de tudo, publicado durante a Ditadura, tem onde os felinos simbolizam a opressão política vivida no Brasil durante essa época. Livro incrível! E como sempre, quando o livro é muito bom, tem resenha dupla: escrita e em vídeo!

Inscreva-se no canal! E até a próxima!

bjuuuus

Vamos ler Outlander?

Tem projeto novo no canal! Quer ler Outlander com a gente? No vídeo (que por sinal está super divertido) eu explico direitinho o cronograma. Tá leve, tá suave! Bora ler esse calhamaço!!

Bjuuu!

Resenha “Um amor incômodo”

Olá pessoal,

Sempre que termino de ler um livro e não curto a leitura, eu fico um tempo sem opinar. Aguardo. Espero digerir, compreender e absorver melhor a leitura. Já aconteceu antes de terminar um livro odiando e dias depois passar a amá-lo. Acontece. Tem histórias que precisam ser assentadas lá no profundo do cérebro para serem compreendidas. Mas dessa vez isso não aconteceu. Na verdade é o contrário: cada vez que vejo uma resenha positiva, lembro do livro ou olho para ele, me cresce uma raiva e uma sensação de tempo perdido. Fico aqui pensando o que as pessoas viram de bom nesse livro confuso e chato e me pergunto se não virou “moda” gostar de Elena Ferrante e de tudo que ela escreve. Gente, sério… não é porque um autor escreveu um bom livro que todos serão igualmente incríveis.

Primeiro livro escrito pela autora, não obteve visibilidade antes e agora, publicado no Brasil, é mais um daqueles livros que pegaram carona na fama de outras obras da autora. Mas vocês querem saber porque eu detestei tanto esse livro? Vamos por partes:

1º – A autora criou uma personagem que vive entre o real e a fantasia. Suas alucinações invadem a história sem aviso prévio (e isso acontece várias vezes). A impressão que tenho é que a autora pensou que o leitor não entenderia as sutilezas na escrita então achou por bem ser explícita ao extremo. Resultado: Descrições repetitivas, confusas, cansativas e enfadonhas.

2º – A protagonista é uma pessoa insuportável. Chata mesmo. Insossa. Fraca. Mal construída. Egoísta.

3º – Respostas? Ah…não espere. A mulher fica divagando, rasgando o verbo, sentando a mão nas metáforas (talvez ela quisesse ser “diferentona”), alucinando, blábláblá, “eu sou minha mãe, minha mãe sou eu” (nessa hora eu pensei assim: interna essa mulher porque isso é patológico), e aí… o livro acaba!

4º – Tenho uma ligeira impressão que Elena Ferrante tem algum problema com Nápoles. porque a sensação que ela me passa é de que as pessoas de lá são expansivas, escandalosas, falam alto, usam gírias (brasileiros?) e ela trata disso com certo asco. Especialmente no caso dos homens, me parece que uma mulher não pode andar nas ruas de Nápoles e que todos os homens napolitanos são tarados. Sério gente! Isso é coisa da minha cabeça ou vocês que leram os livros dela também acham?

Acho que por isso, tão cedo, não vou ler nada da autora. Traumatizei. Tem muitos escritores incríveis por aí para cair na onda da modinha “Elena Ferrante”. Ela escreve bem mas não é isso tudo que o povo pinta. Bom, ok e legal descrevem melhor os livros dela. Pelo menos os que eu li até agora!

Expliquei (também) por vídeo porque essa história não me cativou. Porque quando o livro é muito ruim, merece uma resenha dupla também!

 

Prometo que na próxima resenha vou destilar mais amor….muito amor!

bjus

Maratona Literária de Inverno

Quem aí vai participar da MLI2017? Euuuuuuuuuuuuuuu!! Ah…o esquenta da maratona começa amanhã!! Vem comigoooo! Segue o vídeo com a minha TBR.. E vamos que vamos!

Comente abaixo se você também vai participar para que eu possa conhecer sua TBR! Beijinhos e boa sorte!

SORTEIO!

Hello peopleeee!

Vocês sabiam que está rolando um sorteio no meu canal? Serão 4 kits e 4 ganhadores… Passa lá, se inscreva. Não custa nada. Vai que você seja o sortudo que vai receber um livro em casa, totalmente de graça??

 

Boa sorte!! bjuuuu

Minha Querida Sputnik

Olá queridos leitores,

 

Hoje eu vim conversar com vocês sobre o melhor livro que li no primeiro semestre de 2017. Sim, o melhor livro! Isso porque eu nunca havia lido nada do escritor Haruki Murakami e afinal, toda a história foi uma surpresa.
Eu possuía este livro há muito tempo na estante e estava enrolando horrores para ler. Depois que li, me pergunto porque não fiz isso antes. Talvez não deva perguntar, afinal, existe o tempo certo de cada livro em nossas vidas. Esse foi o tempo de Murakami na minha.

Em Minha querida Sputnik conhecemos o k., um personagem solitário, que é apaixonado por Sumire, sua amiga confidente. Ele vive um amor platônico por ela já que a mesma não esboça nenhum tipo de reciprocidade de sentimentos. Sumire que é uma aspirante a romancista, vive uma vida medíocre, sem amores, sem perspectivas, só um sonho: escrever um livro. Até que um dia, em uma festa de casamento, Sumire conhece Miu, uma mulher mais velha, estilosa, educada e 17 anos mais velha. Sumire se apaixona.

Para tentar ajudá-la, Miu contrata Sumire para trabalhar como sua secretária e Sumire começa a se transformar. Não consegue escrever, não se reconhece, não gosta de quem está se tornando. Nesse ponto senti que o autor tentou passar ao leitor uma crise de identidade. Miu era Sumire. Sumire era Miu.

Em uma viagem de negócios, Miu convida Sumire para acompanhá-la e uma revelação acontece, fazendo com que algo misterioso aconteça.

O leitor acompanha todos os eventos da perspectiva de K. que é o narrador. Sua paixão por Miu talvez não permita que sua narrativa seja muito confiável, porém, independente disto, a parte mais chocante para o leitor, com certeza será o momento em que se descobre o segredo de Miu. Nessa hora, somos lançados a um realismo fantástico de uma forma tão natural, que abraçamos a fantasia como se ela fosse real.

Uma história que fala de solidão, de amor e que não tem o foco na sexualidade da personagem. Na verdade, Murakami escreve a paixão de Miu de forma bem natural, sem gerar polêmica, como qualquer escritor abordaria um amor heterossexual.

Um livro com personagens femininas fortes, bem construídas, decididas e cheias de personalidade.

Eu amei esse livro e fiquei com um ponto de interrogação gigante no final. Você já leu? Gostou? Se interessou em conhecer mais desse autor incrível? Comente aqui! Vamos conversar!

Ah…tem vídeo resenha da obra. Porque quando o livro é bom, merece resenha dupla!

Beijinhos….

Livros lidos em JUNHO e TBR de JULHO

Olá queridos leitores,

Hoje eu trouxe minha pilha audaciosa para o mês de JULHO e o que li em JUNHO. Espero que gostem!

 

Ahh, a próxima resenha que vou trazer pra vocês será do Livro “Minha querida Sputnik” do autos Haruki Murakami.

Até a próxima!

 

Favoritos de Junho

Olá leitoreeeeees,

Esse mês eu gravei um vídeo só com meus favoritos do mês de junho e que agora vai virar uma programação fixa do canal. Caso alguém queira responder em vídeo ou post, fique à vontade. Só não esqueça de me avisar para que eu possa conferir suas resposta.

As categorias da TAG são:

1- Música Favorita
2- Clipe Favorito
3- Livro Favorito
4- Vídeo Resenha favorito
5 – Vídeo favorito (de assuntos aleatórios)
6 – Série Favorita
7- Filme Favorito
8- Cast Favorito
9- Resenha escrita Favorita (Blog)
10- Foto favorita

As minhas escolhas:

Espero que gostem do vídeo!

Até a próxima!